Na última terça-feira (10), a Praça da Matriz em Califórnia foi abrilhantada pela beleza exuberante do Ipê Branco. Ele mudou a paisagem e por dois dias foi possível contemplá-lo em toda a sua beleza.

Quem passava por lá podia, não somente ver, mas fazer uma bela “selfie” com o majestoso e bem vestido ipê. Uma foto para guardar com carinho.

Nossa reportagem esteve lá, logo que soube da sua rápida aparição.

A árvore parecia brilhar de tanta formosura – Foto: ACMF

Nós buscamos saber um pouco mais sobre essa linda árvore:

Segundo a Raquel Patro, que é jardineira, paisagista e palestrante, mas mais conhecida por ser a criadora do site Jardineiro.net, e uma pessoa que não se cansa de estudar sobre as plantas e seus usos, assim como qual a melhor forma de cultivá-las e arranjá-las em belos jardins, nos dá uma bela explicação:

Um belo destaque – Foto: ACMF
O ipê-branco é uma árvore decídua, de floração exuberante, nativa do cerrado e pantanal brasileiros. Ele apresenta tronco reto, com cerca de 40 a 50 centímetros de diâmetro e casca fissurada. Apresenta porte pequeno a médio, alcançando de 7 a 16 metros de altura quando adulta. A copa é piramidal, com folhas compostas, trifoliadas e de cor verde-azulada. A floração geralmente ocorre no final do inverno ou primavera, entre os meses de agosto e outubro, enquanto a árvore está completamente despida de suas folhas. As flores tem forma de trompete e são brancas ou levemente rosadas. Os frutos são cápsulas bivalvas deiscentes, semelhantes a vagens e contêm numerosas sementes membranáceas, pequenas, esbranquiçadas e aladas.

Formoso de todos os lados – Foto: ACMF

O ipê-branco é uma árvore de grande valor ornamental, que valoriza projetos paisagísticos tanto pelo seu florescimento vistoso, quanto pela sua forma elegante e copa azulada. Por seu caduca durante o inverno, é boa para produzir sombra no verão e permitir maior passagem da luz e calor do sol no inverno. Além de suas qualidades ornamentais, este ipê apresenta madeira de excelente durabilidade, moderadamente pesada, de superfície macia e lustrosa, boa para acabamentos internos na construção civil.

Um imagem fala mais que mil palavras – Foto: ACMF

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação. Resistente a períodos de estiagem. Não aprecia terrenos encharcados. Planta rústica e pouco exigente em fertilidade, viceja bem mesmo em solos pobres e pedregosos. Esta característica a torna uma planta interessante para recuperação de áreas degradadas. Multiplica-se por sementes postas a germinar em sementeiras ou sacos próprios para mudas.

(Com informações do site:  https://www.jardineiro.net/)

 

 

 

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